A partir de 2009, como consultor independente:
- Atuou (2009-2011) como Ouvidor da Gestora de Recebíveis Tetto Habitação S.A., recebendo e processando reclamações, sugestões, elogios ou pedidos de informação, e lhe deu assessoria na implantação de Sistema de Gestão da Qualidade conforme a norma ISO9001:2008;
- Como Tradutor Público e Intérprete Comercial certificado pela Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro, fornece serviços de tradução juramentada e convencional, português/inglês e inglês/português;
- Preparou estudos de viabilidade econômico-financeira dos empreendimentos imobiliários Blue Center e Royal Blue, no Rio de Janeiro, para a Catisa Empreendimentos e Participações Ltda. (valor geral de venda conjunto de R$290 milhões);
- Preparou estudo de viabilidade econômico-financeira para uma usina-piloto de geração solar de eletricidade da empresa Limpa Energias.
De 2005 a 2008 na Gestora de Recebíveis Tetto Habitação S.A., no Rio de Janeiro:
Como Diretor de Finanças e de Controle, liderou uma equipe de 12 profissionais, respondendo por todas as atividades de tesouraria, controle financeiro e gestão de qualidade.
De 2002 a 2005 atuou como consultor independente. Entre outros projetos, realizou:
- Avaliação qualitativa dos ativos mobiliários da PRECE, fundo de pensão dos empregados da CEDAE – Cia. Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro;
- Reestruturação organizacional da Diretoria Financeira do POSTALIS – Instituto de Seguridade Social dos Correios e Telégrafos;
- Assessoria à Fernando Motta Auditores Independentes na auditoria de gestão da PREVI-Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil;
- Assessoria à norte-americana CMS Energy na avaliação econômico-financeira e venda de seus ativos de distribuição de eletricidade no Brasil;
- Redação (em inglês) de um estudo sobre a escassez de crédito para pequenas e médias empresas no Brasil para a DAI Brasil, subsidiária local da consultoria norte-americana Development Alternatives Inc. – DAI;
- Assessoria à Universidade de Maryland (EUA) em pesquisa de campo no Brasil sobre o crédito para micro, pequenas e médias empresas;
- Consultor financeiro da Usina Siderúrgica do Ceará, encarregado da sua avaliação econômico-financeira (R$700 milhões);
- Professor da cadeira de Gestão Financeira e Transparência do curso de pós-graduação em Gestão Estratégica para Organizações do Terceiro Setor da Faculdade Salesiana de Vitória (2004).
De 2000 a 2001 na Fundação Sistel de Seguridade Social, no Rio de Janeiro:
Como Superintendente de Controle da Diretoria do Plano Telemar (fundo de pensão dos da maior companhia telefônica do Brasil, atual Oi), era membro do Comitê da Diretoria e por ela respondia na ausência do Diretor. Chefiou uma equipe de três pessoas. Participava das decisões de investimento e de planejamento estratégico da Diretoria; realizava o controle diário do fluxo de caixa e do cumprimento das políticas e diretrizes de investimento, da rentabilidade e do risco da carteira de investimentos (R$ 2 bilhões). Paralelamente ao desempenho de suas funções usuais na Sistel, representou a entidade no Conselho de Administração da LF Tel Participações Ltda., companhia da qual a Sistel era acionista
De 1999 a 2000 no Banco BRJ S/A, no Rio de Janeiro:
Como Assessor da Presidência, era membro do Comitê Executivo da instituição. Responsável pelo controle diário do fluxo de caixa da instituição e pela elaboração da proposta de renegociação do passivo da ordem de R$ 550 milhões.
De 1995 a 1998 na Worldinvest Empreendimentos, Consultoria e Participações Ltda., no Rio de Janeiro:
Como Gerente e depois Sócio, realizou a avaliação econômico-financeira de empresas e a avaliação e gerenciamento de projetos, atendendo a clientes nacionais e estrangeiros. Chefiou uma equipe de três profissionais. Principais avaliações econômico-financeiras:
- Da Ferronorte (ferrovia no Mato Grosso do Sul com investimentos da ordem de R$ 1 bilhão) para um grupo de grandes fundos de pensão;
- Da Ferronorte (revisão) e da Novoeste (ferrovia em São Paulo) e a estruturação financeira do processo de fusão das duas companhias (R$ 500 milhões);
- Da Fepasa (ferrovia do Estado de São Paulo) e a estruturação financeira do consórcio vencedor da sua privatização (R$ 200 milhões).
De 1996 a 1997, paralelamente ao desempenho de suas funções usuais na Worldinvest, foi Diretor da Ouromin Mineração Ltda., companhia da qual a Worldinvest era acionista em associação com investidores estrangeiros. Estruturou a empresa e cuidou da administração de seus recursos até a transferência da sede da Ouromin para Brasília.
De 1991 a 1995 no Banco BRJ S/A, antes BRJ Crédito Imobiliário S/A, no Rio de Janeiro:
Como Assessor da Diretoria, atuou em serviços de consultoria ao BNDES para fins de privatização no âmbito do Programa Nacional de Desestatização (Rede Ferroviária Federal, Cobra Computadores).
De 1988 a 1991 na Senso Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S/A no Rio de Janeiro:
Como Estagiário e depois Coordenador Técnico, integrou e depois chefiou a Divisão Técnica, estudando opções de investimento para a casa e seus clientes.